Nick Jonas é capa da revista GQ tailandesa
Nick Jonas é capa da revista GQ tailandesa
Publicado dia:07/02/18

E tem mais uma revista saindo do forno, Nick Jonas realizou uma sessão de fotos inéditas para a revista GQ tailandesa, além de conceder uma entrevista no final do ano passado.

GQ: Eu realmente gosto do seu novo single “Find You”, é bem cativante. Eu ouvi dizer que você compôs sozinho. Você pode nos dizer um pouco sobre a sua inspiração?

NJ: Essa música é de quando eu fui para uma festa no Coachella. Eu escutei várias músicas caseiras legais e tirei a minha inspiração dali. Eu escrevi essa musica com Simon Wilcox. Nós trabalhamos muito bem juntos. Tentamos juntar nossos sentimentos sobre como encontrar o amor verdadeiro e como se auto-entender em uma música.

GQ: “Find You” será o primeiro single do seu novo álbum, certo?

NJ: Sim!

GQ: Você pode nos contar sobre o progresso [do novo álbum]?

NJ: Esse álbum tem um sentimento de esperança e como olhar para o mundo de forma positiva. Eu estou realmente animado com esse álbum. Especialmente pela última parte, eu acho que é mais do que uma música normal sobre um coração partido. Nesse álbum, eu quero ir mais longe usando a música, ser capaz de apresentar algo novo para os meus fãs e mostrar histórias que aconteceram no passado.

GQ: Onde você encontra inspirações para compor uma nova música?

NJ: Quando estou componho uma música eu me inspiro em várias coisas e lugares. Eu acho que a grande maioria vem de experiências da vida. Eu transformo algo que vivi em arte, às vezes eu componho sobre um filme que assisti ou sobre alguma história vivida pelos meus amigos. Eu tento o meu máximo para ver tudo à minha volta como inspiração.

GQ: De todas as músicas que você já compôs, qual a que você gosta mais?

NJ: É muito difícil de escolher uma música entre todas as que eu já compus, pois minha música favorita muda a todo o momento, de acordo com o que eu estou vivendo. Mas se eu tivesse que escolher agora, acho que seria “Home”, a música que foi indicada ao Globo de Ouro – que faz parte da trilha sonora de O Touro Ferdinando. Eu sinto muito orgulho, gosto da mensagem passada por ela, é sobre ser você mesmo e as pessoas ao seu redor te aceitarem como você realmente é, e mesmo assim te amarem sem você ter que mudar algo.

GQ: Quais músicas você está mais gostando e escutando no momento?

NJ: Eu escuto muita música de diferentes gêneros. Mas sinceramente, eu diria que o meu álbum favorito do ano é do Calvin Harris. Eu também escuto música country a todo momento. Eu nasci perto de New Jersey e Dallas, então o fato de eu ser do Texas vai realmente aparecer nas minhas canções.

GQ: Hoje em dia as pessoas escutam as músicas por streams. Você acha que isso afeta a indústria musical de uma maneira boa ou ruim?

NJ: Eu acho que é algo realmente incrível. É algo que me deixa bem animado, como um artista que sempre tenta criar coisas boas, eu não tenho que reclamar sobre as mesmas coisas do passado sobre como publicar uma música. Eu apoio totalmente.

GQ: Você está no meio musical há 12 anos, desde seu primeiro álbum com os Jonas Brothers. Você vê alguma mudança na indústria comparando aquela época com agora?

NJ: Eu acho que as maiores mudanças são como as pessoas escutam música e como o artista se adapta para a nova geração. Quando eu comecei a fazer minha própria música, era importante ter um álbum completo primeiro e então escolher os singles, mas agora com os streamings é um novo mundo. Enquanto você estiver com a mente aberta para se adaptar e mudar, eu acho que é algo muito emocionante para a indústria.

GQ: O que você mais sente falta em relação aos Jonas Brothers?

NJ: Eu acho que o que eu sinto mais falta é viajar ao redor do mundo com os meus irmãos. E outra coisa sobre os Jonas Brothers é que os fãs são fiéis e verdadeiros. Eles continuam nos apoiando mesmo com as nossas carreiras solo. O apoio deles é muito importante.

GQ: Em Dezembro foi lançado “Jumanji: Bem-vindo à Selva”, como foi fazer parte disso?

NJ: É uma aventura nova de Jumanji. O original é muito bom e todo mundo ama. Isso fez com que a gente desse o nosso melhor para apresentar o filme de uma maneira diferente, não da mesmo forma que o anterior, tentar encontrar uma nova motivação e uma forma de fazer com que o público sentisse que estivesse em uma nova aventura. Eu fico muito feliz em saber que faço parte desse filme e espero que todo mundo goste.

GQ: Você tem algum plano para o Natal?

NJ: Eu provavelmente vou ficar em Nova York. Esse ano eu vou cantar na Times Square e vou ver a bola descer. Eu acho que Nova York é um lugar legal para se passar a noite de ano novo. Eu garanto que você nunca vai esquecer. O poder das pessoas que vem junto com a contagem regressiva na Times Square é incrível.

GQ: Nick você já foi chamado diversas vezes de “O cara mais sexy vivo”. Sério, você se acha sexy?

NJ: Se alguém se acha sexy, é bem estranho. Eu gosto de ser eu mesmo, fazer o que eu tenho vontade, quando eu tenho vontade, e me sentir bem sobre isso. Se alguém acha que o que eu estou fazendo ou sendo agora é algo bom, isso é ótimo. Mas eu nunca me pressionei ou me empenhei para ser sexy.

GQ: Se você fosse uma garota, você iria para um encontro com o Nick Jonas?

NJ: Talvez [risos]. Eu acho que é porque eu já estou perto o suficiente de mim. Eu sei muito sobre mim, eu não quero ficar cheio de mim mesmo [risos].

GQ: Então quem você acha que é a pessoa mais sexy?

NJ: Acho que ser sensual depende da confiança. Eu acho que qualquer um que é confiante e se sinta tranquilo sobre quem é, é sensual. Eu também não acho que isso esteja ligado com a aparência da pessoa, mas sim com a confiança que a pessoa tem e com o fato de ela ser ela mesma.

GQ: Como é um encontro ideal para você, você já pensou sobre isso?

NJ: Meu encontro ideal? Eu sou uma pessoa fácil nesse quesito. Eu só quero leva-la para um bom jantar, assistir um bom filme e talvez tomar uma garrafa de vinho. Eu acho que essa atmosfera relaxada ganha meu coração.

GQ: Como o homem mais sexy do mundo, você gostaria de dar algum conselho para outro homem sobre encontro?

NJ: Se você quer que eu dê um conselho para outro cara sobre um encontro, eu iria sugerir para que não pense demais. Tente relaxar e não se estresse com pequenas coisas. Se você ver algo nela que você goste, elogie no momento. Vai faze-la feliz.

GQ: Você já cometeu algum erro em um encontro?

NJ: Eu acho que o erro mais estúpido que se pode cometer em um encontro é perder auto confiança. Você tem que usar suas experiências do passado para te ajudar a ter novas experiências. Também não esqueça de estar relaxado e ter a mente aberta.

GQ: Eu li em uma de suas entrevistas que você disse que “Quando eu sei que alguém estava escutando minha música enquanto estava transando, é a melhor coisa do mundo”. O que você quis dizer com isso?

NJ: Quando eu componho uma música, eu escrevo sobre minhas experiencias e parte das experiencias são sobre sexo e relacionamentos. Quando eu escuto que alguém é capaz de criar músicas que as pessoas possam viver alguma dessas duas coisas, eu sinto como se fosse a coisa mais incrível e natural do mundo.

GQ: E sobre você? Em sua opinião, qual música se encaixa na sua playlist enquanto esta transando?

NJ: A música que escuto enquanto estou transando? Eu acho que sempre funciona algo clássico, como Marvin Gaye e Maxwell, algo assim.

GQ: Qual música arruinaria o momento?

NJ: A música tema de Barney, o dinossauro, “Baney e seus Amigos”

GQ: Eu não tenho mais perguntas, mas você já foi para Tailândia ou Bangkok?

NJ: Não, mas eu realmente quero ir.

GQ: Pergunta básica, você gosta de comida tailandesa?

NJ: Eu realmente amo comida tailandesa, é uma das minhas favoritas. Toda vez que eu vou para Los Angeles, eu sempre peço. Eu gosto de pedir Pad-Thai ou alguma sopa. Eu nunca me decepcionei com as comidas de lá.

 

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Escrito Por: Daniela
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