Nick Jonas fala sobre carreira, bastidores e romance com Jack Black em Jumanji
Nick Jonas fala sobre carreira, bastidores e romance com Jack Black em Jumanji
Publicado dia:22/12/17

Atuar em frente dele era difícil na verdade, porque eu ficava tentando não rir o tempo todo“, revelou o ator.

Nick Jonas junta forças na selva com Dwayne JohnsonJack Black, Kevin Hart e Karen Gillan em Jumanji: Bem-vindo à Selva – e é certo dizer que fora da telona, o ator e cantor também está tendo um ano bastante selvagem.

Jonas passou de sua rotina habitual para uma turnê ao redor do mundo, com premieres lotadas por fãs gritando, filmando Chaos Walking ao lado de Tom Holland e Daisy Ridley e agora se transformando em uma estrela de ação cômica em Jumanji.

Ele também adicionou uma indicação ao Globo de Ouro ao seu currículo, após ser indicado por sua música “Home”, do filme de animação Ferdinando. O jovem de 25 anos continua sendo falado por todos, fazendo até mesmo o Jack Black se apaixonar por ele (nas telonas).

Ao Hollywood Reporter, o ator falou sobre o ano ocupado, seu papel em Jumanji e o que vem depois. Confira a entrevista:

 

HR: Parabéns pela sua indicação ao Globo de Ouro.

NJ: Muito obrigado!

HR: Você já consegue acreditar nisso?

NJ: Eu consigo, mas não cansa! É um sentimento incrível.

HR: Qual é a melhor coisa sobre ser um indicado ao Globo de Ouro?

NJ: A escolha e aprovação. Como compositor, parece que este é um momento tão importante apenas para se sentar e dizer: “Tudo bem, após 12 anos compondo e aprendendo sobre como criar uma música, esta é um verdadeiro marco de aprovação nesse sentido”,

HR: O Oscar é, obviamente, o próximo. Você já pensou nisso?

NJ: Um pouco. Mas não estou estressado quanto a isso, já que seria incrível se acontecesse, mas, se não, está tudo bem. E acho que a melhor maneira de abordá-lo e continuar tranquilo. (Risos)

HR: Você está ansioso para entrar nesta temporada de prêmios?

NJ: Eu estava no Met Gala este ano com Armie Hammer, nos sentamos na mesma mesa e passamos um ótimo momento. Estar com ele novamente será um bom momento, especialmente porque ambos estamos mesclando na maneira que somos. É uma coisa legal.

HR: Indo para Jumanji, qual foi sua reação ao ver o original quando era mais jovem?

NJ: Eu tinha cerca de 5 ou 6 anos quando eu o vi pela primeira vez. Aluguei o filme em um lugar chamado Blockbuster. (Risos). Assustou-me quando assisti pela primeira vez, como fez com muitas pessoas. Mas eu me apaixonei por isso e tornou-se uma grande parte da minha infância. Quando eu li o roteiro, fiquei impressionado com a abordagem que eles estavam usando e a idéia dessa troca de corpos. Sendo sugado pelo jogo desta vez, transformando em algo moderno e poder trabalhar com esses atores incríveis. Era um cenário dos sonhos.

HR: Isso o deixou nervoso por causa do quanto ele seria comparado com o original? Quais foram as diferentes pressões sobre isso?

NJ: Uma vez que descobri que era uma nova aventura e um novo Jumanji, fiquei aliviado por parte da pressão, porque trata-se apenas de contar sua própria história. Não há como competir com o original. É um filme amado por tantos, e a performance de Robin Williams é realmente brilhante. Então, para todos nós, era sobre “Como podemos pegar esse título amado, dar uma nova face e encontrar uma maneira de homenagear ao personagem de Robin Williams, Alan Parrish e seu desempenho como um todo?” E eu acho que nós conseguimos fazer isso.

HR: No que o filme original se destacou para você?

NJ: Quando eu assisti pela primeira vez o filme, vendo Alan Parrish como um jovem menino sendo sugado para o jogo, a maneira como ele foi sugado foi visualmente icônico. Eu gostei de que eles mantiveram isso também e fizeram sua própria versão desse elemento. E, claro, na grande cena da casa da árvore, o aceno para Alan Parrish e o fato de que ele é como uma luz que guia todos esses personagens e os ajuda ao longo de sua jornada. É um elemento muito legal.

HR: No que esse projeto se destacou para você?

NJ: A melhor parte foi começar a trabalhar com esses incríveis atores. E passar um tempo no Havaí não foi ruim. Não posso reclamar sobre isso! Além do mais, as partes desafiantes eram como de qualquer filme de grande escala como esse. Haviam muitas partes móveis, tivemos que entrar todos os dias e fazer o máximo possível. Havia um monte de peças no quebra-cabeça e, felizmente, todos estavam empenhados e havia muito cuidado envolvido. Todos queriamos fazer o melhor filme possível.

HR: Você tem promovido ativamente o filme nas mídias sociais. Parece haver bastante dinâmica entre você, Kevin Hart e The Rock. Alguma história divertida durante a turnê mundial?

NJ: Eles têm uma química incrível qexistente há muito tempo, então encontrar meu lugar dentro disso nesta turnê foi um desafio, mas também muito divertido. Eles foram incríveis e falaram: “Provavelmente é muito um desafio intenso entrar e tentar encontrar sua participação dentro da química que temos, mas você fez isso bem e se transformou em um complemento do que fazemos”.

HR: E o que essa sua participação acabou sendo?

NJ: Eu assumi a abordagem do pacificador. Precisa haver um homem no meio desses dois caras! Há muitas discussões, e se você os deixar sozinhos por muito tempo, pode ficar feio. Estou brincando. (Risos).

HR: Os quatro adolescentes que ficam presos no jogo representam diferentes grupos sociais. Durante seus anos de adolescência, qual desses personagens você diria que se identificou mais?

NJ: Martha, ela é a personagem que Karen Gillian se torna e está realmente na cabeça dela, um pouco. Ela tinha uma visão de mundo bastante ousada, e eu era assim quando estava crescendo. Eu já me encontrei agora como um adulto, mas você definitivamente carrega algum desses adolescentes com você.

HR: Você me disse na estréia que você gostaria de trocar de vida com o The Rock. Por quê?

NJ: Isso vai além do trabalho que ele faz na tela. Ele realmente se esforça em todos os aspectos e fez um trabalho incrível em todos os ambientes do set, as turnês com a imprensa, seja lá o que for, algo em que todos se sentem importantes e valorizados. Isso traz um longo percurso na carreira com as pessoas. Além disso, ele é incrivelmente carismático. Com este papel em particular, você acredita durante todo o tempo que ele é este garoto de 17 anos. Ele tem essas pequenas sutilezas dentro de sua performance que realmente ilumina e ajuda a contar a história de forma leve em momentos, mas depois também traz para a escala algo ainda maior que tudo. Ele permanece completamente verdadeiro.

HR: Você e o personagem de Jack Black têm uma pequena história de amor durante o filme. Como foi que Jack Black se apaixonou por você?

NJ: Jack é muito convincente (risos), o que é muito engraçado. Esse é um dos seus papéis de destaque de sua carreira. Atuar em frente a ele era difícil na verdade, porque o tempo todo eu estava tentando não rir. Nossa química fora das telas tornou isso muito mais divertido.

HR: Os fãs estão falando sobre a cena do RCP.

NJ: Era uma reanimação cardiopulmonar! Isso foi tudo. Não foi um beijo. Mas foi incômodo em alguns momentos. Ambos queríamos ter certeza de que nossa respiração estava bem. Pelo menos eu acho que sim. Também senti que eles fizeram muitas mais outras tomadas dessa cena, do que qualquer outra no filme.

HR: Qual será seu próximo projeto e quais os papéis que você está procurando?

NJ: Eu ainda tenho muito o que quero realizar e, felizmente, estou passando por um momento muito bom atualmente, tanto como ator quanto na música. Acabei de terminar outro filme chamado “Chaos Walking”, que é um filme de Doug Liman com Tom Holland e Daisy Ridley. Além disso, haverá mais músicas no início do próximo ano, viajando com Bruno Mars no México, festando ocupado, encontrando grandes projetos e aproveitando esse passeio louco que estou vivendo no momento.

 

 

Materia em Inglês: Hollywood Reporter

Escrito Por: Clara
Categoria: Bastidores | Entrevista | Jumanji | Noticias
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