Porque todo mundo deve assistir a 3ª temporada de Kingdom

Porque todo mundo deve assistir a 3ª temporada de Kingdom

Publicado dia 04 / 05 por Beatriz

O site Out Magazine fez uma matéria sobre a terceira e última temporada da série Kingdom, em que Nick Jonas participa e falou sobre a trama diferenciada da série.

Kingdom, a série dramática de golpe pesado que trouxe Nick Jonas como status de ícone gay a um nível alto está de volta. A terceira e última temporada está logo aí e é hora de discutir como uma série de artes marciais passou a ser uma das melhores histórias na televisão.

Nate Kulina (Nick Jonas), um lutador de MMA que gastou muito da última temporada  lutando contra perdas trágicas dentro e fora da gaiola, ao mesmo tempo encontrando força para sair por seu irmão Jay (Jonathan Tucker).

Nate luta contra o trauma, a dor e a identidade sexual na tentativa de descobrir sua verdadeira identidade, fornecendo uma narrativa muito diferente do que a história convencional do atleta-herói vista frequentemente na televisão ou nos filmes.
Esta representação é extremamente importante, especialmente porque mais e mais atletas da vida real escolheram sair publicamente, incluindo Amanda Nunes lutadora de MMA ou o atleta olímpico de salto com vara Shawn Barber, que saiu esta terça-feira.

Além de Nate, há uma teia bastante emaranhada de relacionamentos que giram ao redor da Navy St. Gym e seu fundador Alvey Kulina (Frank Grillo). Em seu núcleo, Kingdom sempre foi sobre esses relacionamentos e investiu profundamente em mergulhar em como os demônios pessoais podem afetar aqueles próximos a eles. Mas não os chamem de anti-heróis, os homens e mulheres de Kingdom lidam com temas de encarceramento, vício, trabalho sexual e violência com muita honestidade e sem glorificá-los.
Talvez a característica mais previsível desta série seja apenas como a pesada testosterona do mundo do MMA pode ser. Kingdom traz  alta intensidade para suas cenas de ação e sequências de luta, mas não necessariamente em cada episódio.
Além disso, até agora não é nenhum segredo para os fãs que os atores estão no ponto máximo da condição física, o que se presta bem ao realismo da série. Dito isto, as duas líderes femininas de Kingdom – Lisa e Christina (Kiele Sanchez e Joanna Going) – são tão poderosas quanto os seus homólogos masculinos. Com Lisa continuando a assumir um papel de liderança na gestão da Navy St., Kingdom continua a descompactar noções de masculinidade e feminilidade dentro do mundo competitivo das artes marciais mistas e além.

Para esta nova temporada, o criador da série Byron Balasco prometeu manter suas histórias reais enquanto aprofunda mais na inclusão do MMA’s em popularidade mainstream.
Falando com repórteres da Televison Critics Association em janeiro, ele comentou que a popularização do esporte “Oferece aos nossos personagens novas oportunidades que talvez eles não tivessem antes”. Ele acrescenta que “eles estão vivendo na borda, e é uma maneira extrema de viver, e é um mundo extremo, violento. Eu não acho que isso vai mudar”.

Talvez isso signifique que há mais tragédia pela frente?

A última temporada da série estréia dia 31 de maio nos Estados Unidos no Audience Network.

Publicado dia: 04 / 05

Escrito Por: Beatriz

Nas Categorias: Kingdom Noticias

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